Meu Diário
20/03/2020 07h16
Boa oratória não é sinônimo de competência administrativa

 

Ter boa oratória, muita lábia não são atributos importantes de um governante. Hitler é considerado um dos maiores oradores da história e no entanto trouxe caos e destruição à humanidade. O mesmo se pode dizer de outros ditadores como Fidel Castro e Stálin.
FHC e Lula possuíam boa oratória e muita lábia e apesar disso são os principais responsáveis por mergulharem o país num caos sócio-econômico sem igual na história do país. 
Por outro lado , Virgílio Távora, considerado o melhor governador que o Ceará já teve, tinha a “língua presa” e não era tido como bom orador. 
Moisés, o libertador do povo hebreu, tinha dificuldade na fala e Deus nomeou Arão para falar por Moisés. 

Pelo que tenho observado, os governantes com fama de boa oratória e boa lábia trazem mais prejuízos ao povo que os de língua presa! 

PS .: é provável que existam exceções! 

Marcos Antonio Vasconcelos Rodrigues


Publicado por Marcos Antonio Vasconcelos em 20/03/2020 às 07h16
 
08/03/2020 21h37
Coronavírus expõe mais uma vez nossa vulnerabilidade

O coronavírus fechou literalmente a cidade de Roma , enjaulou o papa e espantou os fiéis da praça São Pedro.  
Como nós, humanos, somos extremamente frágeis e vulneráveis!
 

 


Publicado por Marcos Antonio Vasconcelos em 08/03/2020 às 21h37
 
26/02/2020 13h17
Muitas pessoas que atacam a fé dos cristãos e da pessoa de Cristo...

Aqui no Brasil , pessoas que atacam a fé de cristãos e a pessoa de Cristo , geralmente, contraem doenças letais tipo câncer , HIV , sofrem parada cardíaca e outras doenças graves . Depois, aparecem pedindo oração nas redes sociais.


Publicado por Marcos Antonio Vasconcelos em 26/02/2020 às 13h17
 
21/02/2020 12h27
A paixão ideológica produz injustiças e colabora para a má qualidade do ensino nas escolas públicas

Ingressei no serviço público por meio de concurso em 2009. Lembro de um episódio que me ocorreu em 2013 numa escola pública localizada em Fortaleza , no bairro Conjunto Esperança. O diretor da escola ( doente pelo PT) me advertiu atendendo a uma solicitação de uma colega que foi reclamar alegando que eu estava quebrando o padrão de atuação dos professores. 
Eu me dava bem com todos os alunos de todas as turmas nas quais lecionava. 
Nem precisa dizer que todos os professores ( não lembro de nenhum que não fosse) eram petistas roxos. 
Pois bem ! Eu fiquei surpreso com a advertência do diretor. Perguntei : 
- Há alguma reclamação de alunos contra mim? 
- Não , respondeu o diretor. É que a professora está reclamando que o senhor é tolerante com os alunos. 
Eu disse:
- Mas Raul, hoje mesmo essa professora colocou de uma vez só oito alunos para fora de sala. Tolerante é se dar bem com alunos? Perguntei-lhe!  
Em outras palavras, a professora foi reclamar de mim por eu não colocar alunos para fora de sala. 
Raul, que absurdo ! Praticamente você está reclamando por eu estar fazendo a coisa certa. 
Na campanha da reeleição , essa professora ficou a trabalhar contra o diretor e eu trabalhei forte para reelegê-lo. 
A professora que trabalhou contra a reeleição do diretor foi promovida à coordenadora de área. E eu, que não era esquerdista, apesar de ter ajudado na reeleição  resolvi sair da escola por falta de ambiente. 
São nesses detalhes que a paixão ideológica acaba prejudicando pessoas e colaborando para que a boa educação não flua em muitas escolas públicas. 
Obviamente, se alguém for perguntar a essas personagens citadas nesta história , elas vão negar ou dizer que não lembram . Há um ditado popular que diz : “ quem bate esquece, quem apanha lembra.” 
Lá também havia um senhor que lecionava Biologia. Não lembro o nome dele , mas lembro bem que tinha uma deficiência na perna. ( puxava da perna) . Esse senhor adorava praticar “bullying” contra mim. Na minha justificativa de pedido de transferência de escola , eu o citei como uma das principais causas.


Publicado por Marcos Antonio Vasconcelos em 21/02/2020 às 12h27
 
31/01/2020 07h40
Sugestão ao ministro da Educação

SUGESTÃO AO MINISTRO DA EDUCAÇÃO para reduzir o desperdício de dinheiro público em livros didáticos 

Por lei, o livro didático tem validade de apenas 3 anos. Após esse período , a escola está autorizada a descartar os livros, mesmo que nunca tenham saído da embalagem. 
SUGESTÃO: ampliar o tempo de validade para 6 anos, pelo menos. 
E os livros não ficariam desatualizados? 
RESPOSTA: a Maioria NÃO! 
Muitas disciplinas possuem conteúdos fixos ( por exemplo, Matemática, Física , Química ...) . A cada 3 anos , os conteúdos dessas disciplinas, na verdade , não recebem atualização uma vez que são conteúdos fixos, apenas o livro sofre alterações na estética, modelo da capa , ilustrações, exercícios ... além do mais , o livro é instrumento auxiliar do professor que tem toda a autonomia para realizar outros tipos de atividades . 

E como seriam atualizadas os conteúdos das disciplinas não fixas? 

RESPOSTA: disciplinas ( por exemplo, História, Geografia , dentre outras ) poderiam ser atualizadas por meio de “encartes suplementares” feitos a cada 3 anos. 

É um absurdo a notícia veiculada pelo Estadão com o título “ MEC estuda descartar 2,9 milhões de livros didáticos NUNCA usados.” 

Lembro também que milhões de outros livros são descartados anualmente pelas escolas públicas de todo o país. 

Marcos Antonio Vasconcelos Rodrigues - professor concursado da Rede Pública estadual de ensino do Ceará. Autor do livro “Palavras do meu sentimento “


Publicado por Marcos Antonio Vasconcelos em 31/01/2020 às 07h40



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